Fala, Meus Sobreviventes da Wasteland! 🌵
Nós estamos vivendo em uma seca criativa. A Bethesda promete Fallout 5 para algum momento da próxima década, e a sequência de Cyberpunk 2077 ainda é um sonho distante. Enquanto isso, o mercado AAA nos alimenta com mapas gigantescos, vazios e repletos de ícones inúteis que parecem listas de compras de supermercado.
Mas a cavalaria chegou, e ela não vem de um escritório bilionário na Califórnia. Vem de um pequeno estúdio indie na Polônia chamado Paradark Studio. O projeto deles, ExeKiller, é o “glitch na Matrix” que estávamos esperando: uma fusão brutal entre a liberdade de New Vegas, a estética de Blade Runner 2049 e a poeira de Mad Max. Se você sente falta de jogos que respeitam sua inteligência, pare tudo. Esse é o oásis no deserto.
📼 Nova York, 1998 (Do Jeito Que Você Nunca Viu)
A primeira coisa que choca é a audácia visual. Enquanto todo jogo futurista insiste no neon roxo e azul — transformando sua tela numa boate de Ibiza —, ExeKiller aposta no Retrô-Futurismo. O cenário é uma Nova York de uma realidade alternativa, devastada pelo “Grande Desastre de Fogo”. Estamos em 1998, mas é um passado com tecnologia de válvulas, telas de tubo e sintetizadores analógicos.

A paleta de cores é laranja, marrom e ferrugem. É quente. É sujo. É tátil. Você não se sente apenas jogando; você se sente dentro de um filme sci-fi cult dos anos 70 que foi esquecido numa fita VHS. A atmosfera é tão densa que você quase precisa limpar a poeira do monitor.
🧬 O Fim da Tirania do XP
Aqui está o verdadeiro “Game Changer” que vai fazer os puristas chorarem de alegria. A Paradark Studio cometeu o crime perfeito contra o RPG moderno: eles removeram o sistema de XP e Níveis.

Em ExeKiller, você não ganha “+50 pontos” por matar um rato radioativo. Sua progressão é lógica e tecnológica. Você joga como Denzel Fenix, um caçador de recompensas que coleta S.O.U.L.S (chips biológicos que contêm a essência das pessoas). Quer ficar mais forte? Você precisa encontrar, comprar ou roubar Mods e Implantes. Seu personagem evolui trocando peças de hardware, como se fosse um PC Gamer ambulante. Isso elimina o grind artificial e coloca o foco total na estratégia e no equipamento.
🚗 Seu Escritório é um V8 Blindado
O mundo é semi-aberto, focado em um hub central chamado “A Torre”. Mas a verdadeira magia acontece quando você entra no Appaloosa. Esse carro não é apenas um meio de transporte para ir do ponto A ao B. Ele é sua base, seu inventário e seu escudo contra tempestades solares e radiação.
A gestão de espaço é limitada e brutal. Você precisa decidir o que levar e o que deixar para trás. Essa mecânica de sobrevivência veicular adiciona uma camada de tensão que Cyberpunk 2077 prometeu, mas nunca entregou totalmente. Você cria um vínculo com a máquina; ela é a única coisa que separa você da morte no deserto escaldante.
🗣️ “Plat or Muerte?”
O sistema de escolhas promete honrar o legado de Deus Ex. O jogo nunca segura sua mão. As missões podem ser resolvidas na bala, na furtividade ou na lábia. E o melhor: os diálogos não pausam o jogo. Você pode sacar sua arma no meio de uma conversa se não gostar do tom do NPC. Essa fluidez mantém a imersão no teto e garante que nenhuma “cutscene” quebre o ritmo da sua caçada.
🥊 Call to Fight (A Batalha de Estilos)
O jogo ainda não tem data de lançamento (“To be announced”), mas o conceito já venceu a guerra do hype. Agora, a pergunta que divide a comunidade: Para a imersão total, você prefere o Retrô-Futurismo Laranja (Analógico/Poeira) de ExeKiller ou o clássico Cyberpunk Neon (Digital/Chuva)?
Desçam o dedo nos comentários: Time Ferrugem ou Time Neon? 👇
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